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O jornal O ESTADO DE S. PAULO traz a notícia de que o governo de São Paulo multou a Fast Shop em R$ 1,04 bilhão por fraude tributária e pagamento de R$ 422 milhões em propina a auditor da Secretaria da Fazenda de São Paulo, em esquema de liberação indevida de créditos de ICMS.

A punição, publicada nesta segunda-feira, decorre de processo aberto pela Controladoria-Geral do Estado após a Operação Ícaro, deflagrada pelo MP paulista em agosto de 2025, e é apontada pelo controlador-geral Rodrigo Fontenelle como a maior já aplicada no país com base na Lei Anticorrupção.

Segundo ele, entre 2021 e 2025, a empresa recebeu quase R$ 1,6 bilhão em ressarcimentos de ICMS, dos quais R$ 1,04 bilhão seriam indevidos e obtidos por meio de acesso privilegiado a informações. A CGE também apura preliminarmente outros 50 CNPJs ligados às operações Ícaro, Fisco Paralelo e Mágico de Oz. A Fast Shop poderá recorrer, mas, segundo Fontenelle, isso é considerado improvável porque representantes da empresa teriam admitido os fatos em acordo com o MP. A companhia terá 30 dias para pagar a multa integral, sem parcelamento, e deverá publicar a condenação em jornal de grande circulação.

Source: JOTA

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