O jornal FOLHA DE S.PAULO traz reportagem com o relato de que a CNI pediu ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, que o novo Imposto Seletivo mantenha por dois anos a mesma carga tributária hoje aplicada pelo IPI aos produtos alcançados pela medida. Criado pela reforma tributária, o chamado “imposto do pecado” substituirá parte do IPI e incidirá sobre itens considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
A indústria teme que o projeto das alíquotas, ainda não enviado pelo Palácio do Planalto ao Congresso, aumente a tributação em relação ao patamar atual. Segundo indica ao jornal Mário Sérgio Telles, diretor de economia da CNI, Durigan sinalizou concordar com a paridade , mas apenas durante o primeiro ano de vigência.
Nesse período, governo e Congresso discutiriam as alíquotas definitivas com setores afetados e entidades da sociedade civil. Para o imposto valer em 1º de janeiro, o texto precisa ser aprovado pelo Congresso e sancionado até o fim de setembro, em razão da anterioridade de 90 dias.
Source: JOTA
