Em meio ao extenso noticiário sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, reportagem na FOLHA DE S.PAULO aponta que setores de máquinas e calçados, embora tenham considerado positivo o reforço de R$ 18,5 bilhões nas linhas de crédito subsidiado do Brasil Soberano, cobram medidas adicionais para compensar as perdas de competitividade.
A Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) defende principalmente a ampliação do Reintegra, programa que devolve parte dos tributos acumulados na cadeia de produtos exportados. Atualmente, grandes empresas recebem crédito equivalente a apenas 0,1% das vendas externas, e a entidade propõe elevar o percentual para 3% . Segundo seu presidente, José Velloso, o ideal seria chegar a 5,5%, patamar estimado dos resíduos tributários suportados pela indústria de máquinas e equipamentos.
Fonte: JOTA
